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Os capacetes da Segunda Guerra Mundial

Os capacetes da Segunda Guerra Mundial

Os equipamentos militares protegem os soldados desde as primeiras guerras, lá na antiguidade. Desde sempre, os guerreiros usam um equipamento super importante, mas que fica de lado em algumas discussões sobre o tema, o capacete militar.

Na Segunda Guerra Mundial, alguns capacetes ficaram famosos pelos seus formatos e tipo de proteção. Em filmes, fotografias e registros da época, dá para ver como os capacetes de cada exército eram diferentes. Entre tantos assuntos da Segunda Guerra Mundial, por que não falarmos também dos capacetes.

Confira algumas curiosidades sobre eles.

O capacete M1

Talvez o capacete mais conhecido pelos estudiosos e colecionadores da Segunda Guerra Mundial, é o M1, o modelo utilizado pelo exército americano (e pela FEB também).

O M1 foi desenvolvido para o conflito e serviu ao exército americano até 1985. Foi um símbolo para os EUA por mais de 40 anos.

A peça era mais leve e versátil do que a usada na Primeira Guerra Mundial, além de ser mais resistente e proteger bem mais a vida dos combatentes. Era confeccionado em uma liga de ferro que suportava altos impactos de armas de até médio calibre.

Brodie MKIII

Antes de adotar o M1, o exército americano utilizava o capacete Brodie, conhecido no exército alemão como “Tigela de Salada”. Esse mesmo capacete foi utilizado pelo exército britânico até o fim do conflito, se tornando um símbolo para as forças armadas daquele país.

O Brodie utilizado pelos ingleses na Segunda Guerra foi a versão MKIII, confeccionada em aço e bastante resistente.

O capacete, além do apelido alemão, também era chamado de shrapnel, capacete Tommy, tin hat e capacete doughboy.

Stahlhelm

A tradução literal para o capacete alemão da Segunda Guerra Mundial é “capacete de ferro”. Esse símbolo de propaganda e proteção começou a ser utilizado já na Primeira Guerra Mundial, para substituir o também icônico Pickelhaube.

O temido exército alemão ostentava seu capacete confeccionado em aço nos campos de batalha como um símbolo de superioridade, como toda a estética associada ao período do regime nazista. Insígnias e símbolos eram frequentemente impressos nas peças.

Adrian

O capacete francês para a Segunda Guerra Mundial era uma verdadeira peça de arte. A insígnia das forças armadas francesas em alto relevo e um design extremamente diferenciado adornavam o equipamento também confeccionado em aço.

O utensílio foi usado inclusive na Primeira Guerra Mundial pelos franceses e poloneses.

Para mais curiosidades sobre os principais conflitos da história, continue acompanhando nosso blog cheio de informação, amante do mundo militar.

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